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FESTIVAL #SAKESOLDIERS INVADIU SÃO PAULO EM DEZEMBRO

Destaques / Gastronomia / Homepage / Todos / 08/01/2019

Em dezembro o saquê invadiu São Paulo. O  Hotel Intercontinental foi palco do inédito festival #Sakesoldiers, um evento liderado pelo chef estrelado Edson Yamashita do Ryo Gastronomia e pelo sommelier Celso Ishy, autor do livro o Guia do Saquê.

Como sabe, no Brasil, o saquê chegou de maneira diferente que na Europa, Ásia e EUA, ganhou o apelido de “cachaça japonesa”, muitos  se  confundiram  e acabou sendo utilizado para a coquetelaria, criando-se a tão popular caipirinha de saquê. No entanto, nos últimos anos , principalmente nos restaurantes japoneses, a harmonização está presente nos cardápios  e o consumidor está começando a  apreciar o saquê, como aprecia um bom vinho.
 
Hoje sabe-se que as melhores bebidas para harmonizarmos com a gastronomia são as fermentados. Oficialmente, temos 3 bebidas fermentadas: vinho, cerveja e saquê. O Vinho por muitos anos já foi bastante estudado e harmonizado. Recentemente, aconteceu o mesmo processo com as cervejas. Agora, na Europa a  moda é a harmonização do  saquê com a gastronomia mundial.
 
Só no Japão existem mais de 3.000 fábricas de saquês e mais de 30 mil rótulos diferentes e, assim como o vinho, existem saquês de diversos tipos, sabores e  aromas, preparados com diferentes técnicas. Há saquês  mais secos e mais doces e diferenças entre o Dai Ginjo, Junmai e o Honjoso. Tem até  o saquê com flocos de ouro, um dos mais caros do mundo  e muito apreciado pelos estrelados chefs michelin dos principais restaurantes europeus, que já o incluíram em seus menus de maior sucesso. 
Na Japan House – Celso Ishy palestrou sobre o saquê 
 
A origem do Saquê: Com origem na Ásia, o saquê é uma bebida milenar e cheia de mistérios. Há cerca de 2000 anos, um camponês teria deixado um tonel de arroz destampado, o que estragou o alimento. Para evitar o desperdício e como punição pelo ocorrido, o fazendeiro informou ao seu funcionário de que aquele arroz seria o seu pagamento do mês. Sem alternativa, o camponês levou o mingau para casa e, depois de algumas colheradas, percebeu algo diferente e alcoólico. Com o tempo, os produtores foram aprimorando o processo de fabricação da bebida, atingindo o alto nível de qualidade como conhecemos hoje, conquistando todas as culturas e etnias. O saquê se tornou uma bebida típica do Japão, porque foi o país que sempre acolheu, desenvolveu, estudou e aprimorou as técnicas ao longo dos anos.

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