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No Camden House todo dia é dia de brunch

Destaques / Gastronomia / Homepage / Todos / 22/01/2019

Sucesso aos domingos, o gastropub agora serve panquecas, benedicts e toasts em qualquer dia da semana

Referência em brunch, o Camden House passa a servir a refeição todo santo dia, até as 16 horas. Durante a semana, de terça à sexta, a casa vai abrir às 8h e aos finais de semana e feriados, às 10h. Pretexto para um café da manhã sem pressa, para uma reunião de negócios e também para um almoço fora de hora. Ou, simplesmente, uma chance diária de devorar ovos benedict.

Por que não dar uma animada na semana e começar o dia com uma bruschetta de avocado, feita no pão da casa, com espinafre, queijo de cabra, bacon e tomate confitado? Ainda mais quando ela acompanha iogurte caseiro com manga, banana, mel e chia embebida em leite de coco natural (R$ 39,00). Para quem adora macias panquecas, na casa, elas são servidas nas versões tradicional manteiga e maple (R$ 27,00), compota de frutas vermelhas (R$ 19,00) ou bacon e maple (R$ 29,00). Entre outras delícias, os ovos pochés, sempre acompanhados por molho hollandaise e muffin inglês, fazem a fama do Camden, sejam eles os benedict (com bacon, R$ 29,00), florentine (com espinafre, R$ 29,00) ou os royale (com peixe de pesca sustentável, curado na cozinha, R$ 31,00).

Para completar, claro, não podiam faltar o clássico café continental e o autêntico café inglês. O continental, assim nomeado por ser um café típico da Europa (o continente, como os ingleses gostam de chamar), lembra ligeiramente o brasileiro, com pães feitos na casa, ovos mexidos, manteiga, compota, mel, iogurte e granola (R$ 38,00). Já o inglês, um pouco mais robusto, é servido como manda o figurino, com direito a linguiças, cogumelos, ovos fritos, feijão e bacon (R$ 42,00), e remete à origem do lugar.

A história toda começou há quatro anos, quando Elisa Hill abriu o gastropub no Itaim Bibi e passou a servir esse tal english breakfast: “Eu tinha voltado de 12 anos em Londres e sentia falta daquele café da manhã clássico dos domingos, com linguiças de boa qualidade e aquele feijão no molho de tomate adocicado, que fica uma delícia em cima da torrada. Como não achava em nenhum lugar, decidi eu mesma fazer”.

No início, a chef teve dúvidas se a refeição conquistaria a gula paulistana, mas estava decidida a incluir o prato em seu cardápio. Acertou em cheio! A cada domingo o salão era tomado por mais e mais fãs do farto café. Foi a deixa para a cozinheira enveredar por outras receitas, que poderiam ser servidas de manhãzinha ou na hora do almoço. E, assim, o cardápio ganhou o BLT sandwich (feito com bacon da casa, queijo raclete, alface romana, tomate confit e maionese defumada) e o B&E (apenas com bacon, ovos fritos com a gema molinha e a mesma maionese). Ambos servidos com batatas rústicas por R$ 33,00.

A preocupação com o meio ambiente, por sua vez, trouxe mais uma novidade ao menu: “No início eu fazia os ovos royale com um gravlax de salmão, mas hoje trabalho apenas com pesca sustentável e, portanto, não uso mais esse tipo de peixe. Compro o que tiver de mais fresco, curo e defumo. Pode ser uma meca, uma dourada ou o que o pescador sugerir”, explica Elisa. Falando em dourada, o resultado de sua defumação gerou um prato especial, que coincide com esta nova fase da casa. Trata-se da panqueca de batata doce, servida com o pescado, avocado, espinafre, ovo poché e hollandaise de mostarda em grãos (R$ 31).

Além deste, a anfitriã lança o hot cake de ricota e amêndoas (R$ 29). Uma cumbuca generosa que vai ao forno e sai com uma massa fofíssima, quase sem traços de farinha, permeada por raspas de limão siciliano e framboesas. Recebe, então, sorvete de baunilha da casa, mel ao alecrim e sementes tostadas. E pode facilmente ser compartilhada.

Ainda falando das novidades, a casa passa a oferecer os ice teas, leves e refrescantes.

 

Sobre a chef
Em 2002, Elisa Hill tinha se formado em Gastronomia pelo Senac e trabalhava no extinto Café Antique, com Erick Jacquin. Incentivada pelo mestre francês, ela partiu para um estágio em Paris. A jovem passou seis meses no Gourmard, restaurante especializado em peixes e frutos do mar que já havia sido estrelado pelo Michelin. Na sequência, transitou por pequenos bistrôs e, então, arrumou as malas em direção a Londres.
A suposta temporada de aulas de inglês converteu-se em sua verdadeira formação. Nos primeiros cinco anos, a chef não apenas permaneceu, como aprofundou-se na cozinha francesa, dando expediente no sofisticado L’Oranger, na brasserie Mon Plaisir e em casas como o Club Gascon, do renomado Pascal Aussignac. Então, decidiu enveredar pela cozinha nativa. Começou pelo restaurante da Tate Modern, preparou banquetes privados e de estado (inclusive para a Rainha e para a Seleção do Brasil durante as Olimpíadas), conheceu e frequentou gastropubs a fundo. Na hora de abrir sua própria versão, mesmo naturalizada britânica, Elisa decidiu voltar ao Brasil. Assim, em janeiro de 2015, ela inaugurou o Camden House. 

Sobre o Camden House
O discreto imóvel no Itaim Bibi alia o conforto de um espaço descontraído a uma cozinha bem elaborada, totalmente artesanal, que valoriza a economia local, tradições britânicas e receitas autorais. Em seu gastropub, a chef Elisa Hill traz os cuidados e valores aprendidos em Londres, indo ao encontro da crescente tendência de cozinha comprometida, ou seja, uma cozinha em que a produção vai além de um prato bonito e bem executado, preocupando-se também com o meio ambiente e com o social. É por isso que o uso dos orgânicos, de peixes de pesca sustentável, embutidos artesanais, pães e molhos caseiros dão vida ao menu estrelado por fish and chips, curries, scotch eggs, sanduíches de respeito e clássicos de brunch.


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Elite Magazine
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